Pular para o conteúdo
Carregando página…
Myths' Valley
Retrato de Dona Candinha

Moradores · Católica

Dona Candinha

Garapeira da praça; quem sabe de tudo o que passa pelo arraial

Idade
Sessenta e dois anos
Onde encontrar
A praça, de manhã ao entardecer, junto da moenda; à noite, a casa de pasto ao lado da praça

Quem é

Candinha vende garapa na praça “desde antes de o senhor nascer”. Tem sessenta e dois anos e não sabe fazer outra coisa. A praça é onde se sabe das coisas: quem vai para a roça passa de manhã, quem volta passa de tarde, e os dois param para beber — ela repara em tudo, e reparar é o ofício dela, junto com a moenda. Foi ela quem primeiro comentou o convite: “sem assinatura... sei não”.

Compra a cana do engenho da beira, o mesmo que comeu doze famílias; compra barato porque eles vendem barato, “pelo motivo que o senhor imagina”. Sabe o que mói e o que vende — “quem diz que não sabe é que mente” — e não dorme bem por isso. É por isso que pede ao viajante seis canas do roçado dele: moídas na hora, meio a meio, e garapa de graça dali em diante.

Vê o arraial passar: a Dona Zefa desce quando alguém adoece, e só; o Seu Benedito não desce mais, por causa das pernas; o Tonho passa cedo com a rede e volta tarde sem olhar para ninguém — “esse eu não entendo, e não é por falta de tentar”. É católica e dorme na casa de pasto ao lado da praça. No 2D é dela a garapa que o viajante ganha ao conhecer a praça.

Um dia de Dona Candinha

manhãPraça
tardePraça
entardecerPraça
noiteRestaurante
madrugadaRestaurante

Presentes

Gosta de Peixe na brasa, Pirão de peixe e Manga. Não gosta de Cana-de-açúcar.

Missões

  • A garapa da praça · 2 passos
1 / 1
Arraste para girar · role para aproximar
Dona Candinha · 14.218 triângulos

Modelo do Tripo

Escolha uma animação embaixo da peça. A versão para o navegador preserva o esqueleto e os clipes do modelo de produção.

Malha
14.218 triângulos · Quad / Malha Smart (Smart Mesh), alvo de ~14–15 mil triângulos
Esqueleto
Auto Rig humanoide, esqueleto Mixamo de 65 ossos
Animações
dar tchau, parado, saudação, concordar, andar, correr, olhar ao redor
Voz
Raquel · eleven_v3

O que conversa

Candinha. Vendo garapa nessa praça desde antes de o senhor nascer, imagino eu. É aqui que se sabe das coisas. Quem vai pra roça passa de manhã, quem volta passa de tarde, e os dois param pra beber. O sobrinho do finado. Já sabia. O padre leu a carta na missa e o arraial inteiro comentou na saída.

Dona Candinha

O senhor repara no movimento daqui? Eu reparo. É o meu ofício, junto com a moenda. Dona Zefa desce quando alguém adoece, e só. Seu Benedito não desce mais — as pernas. O Tonho passa cedo com a rede e volta tarde sem olhar pra ninguém. Esse eu não entendo, e não é por falta de tentar.

Dona Candinha

Compra a cana do engenho da beira, o que “comeu doze famílias”; por isso quer a cana do roçado do viajante.

Da praça vê quem desce e quem não desce mais: a Zefa só quando alguém adoece, o Benedito nunca (as pernas), o Tonho sem olhar para ninguém.