Neto da Dona Zefa; o braço do roçado; no 2D, quem ensina a roda (capoeira) a quem é do terreiro
Idade
Vinte e dois anos
Onde encontrar
No vale 3D, o roçado de dia, a praça ao entardecer e a Casa de taipa à noite; no 2D, no quintal da avó com a enxada — e em Salvador depois da série dela
Cosme
Cosme
Neto da Dona Zefa; o braço do roçado; no 2D, quem ensina a roda (capoeira) a quem é do terreiro
Idade
Vinte e dois anos
Onde encontrar
No vale 3D, o roçado de dia, a praça ao entardecer e a Casa de taipa à noite; no 2D, no quintal da avó com a enxada — e em Salvador depois da série dela
Quem é
Cosme é neto da Dona Zefa e mora com ela desde os sete anos, quando a mãe morreu. Ela o criou, ensinou a ler no almanaque e o botou para capinar aos nove — “as três coisas na mesma semana”. Tem vinte e dois anos, dois braços e mão calejada; o que a avó não aguenta mais fazer, ele faz, “e não tem nada de triste nisso”. Pede só uma coisa a quem mandar nos dois: o que for pesado, chamar a ele, nunca a ela.
Um primo arrumou lugar para ele numa casa de secos e molhados em Salvador. Nunca viu rua calçada, mas disse que não, porque aquele chão não se planta sozinho — e faz uma semana que não dorme. É a avó quem resolve: há saveiro para Salvador às seis, e ela o manda ir leve. “O Cosme foi no saveiro das seis, e foi leve. Era só isso que ela queria.”
Lê devagar, passando o dedo, e pede que alguém um dia leia um cordel em voz alta para ele. Atravessava a ponte todo sábado para ver uma moça do outro lado do rio; desde que caiu, não a viu mais. É do terreiro e, no 2D, é quem ensina a roda — a ginga, a meia-lua e a rasteira — atrás do barracão, no fim da tarde, porque em 1887 a polícia chamava aquilo de crime; a avó chama de coisa de desocupado. Se o viajante for à fazenda, ele vai junto: “ela que brigue com nós dois depois”.
A história de Cosme
Cosme é neto da Dona Zefa e mora com ela desde os sete anos, quando a mãe morreu. Ela o criou, ensinou a ler no almanaque e o botou para capinar aos nove — “as três coisas na mesma semana”. Tem vinte e dois anos, dois braços e mão calejada; o que a avó não aguenta mais fazer, ele faz, “e não tem nada de triste nisso”. Pede só uma coisa a quem mandar nos dois: o que for pesado, chamar a ele, nunca a ela.
Um primo arrumou lugar para ele numa casa de secos e molhados em Salvador. Nunca viu rua calçada, mas disse que não, porque aquele chão não se planta sozinho — e faz uma semana que não dorme. É a avó quem resolve: há saveiro para Salvador às seis, e ela o manda ir leve. “O Cosme foi no saveiro das seis, e foi leve. Era só isso que ela queria.”
Lê devagar, passando o dedo, e pede que alguém um dia leia um cordel em voz alta para ele. Atravessava a ponte todo sábado para ver uma moça do outro lado do rio; desde que caiu, não a viu mais. É do terreiro e, no 2D, é quem ensina a roda — a ginga, a meia-lua e a rasteira — atrás do barracão, no fim da tarde, porque em 1887 a polícia chamava aquilo de crime; a avó chama de coisa de desocupado. Se o viajante for à fazenda, ele vai junto: “ela que brigue com nós dois depois”.
Um dia de Cosme
manhã
Lavoura
tarde
Roçado
entardecer
Praça
noite
Casa da Zefa
madrugada
Casa da Zefa
Presentes
Gosta de Pirão de peixe, Peixe na brasa e Mungunzá. Não gosta de Banana.
Missões
A capoeira do Cosme · 6 passos
O que a terra devolve · 4 passos
Um dia de Cosme
manhãLavoura
tardeRoçado
entardecerPraça
noiteCasa da Zefa
madrugadaCasa da Zefa
Presentes
Gosta de Pirão de peixe, Peixe na brasa e Mungunzá. Não gosta de Banana.
Missões
A capoeira do Cosme· 6 passos
O que a terra devolve· 4 passos
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Cosme · 14.399 triângulos
Cosme
O menino do arraial: roçado de manhã e à tarde, Praça ao entardecer.
O prompt usado no Tripo
Cosme, a teenage Afro-Brazilian boy from Bahia in 1887, standing in T-pose with arms straight out: simple cotton shirt, short trousers, barefoot, full body character.
Modelo do Tripo
Escolha uma animação embaixo da peça. A versão para o navegador preserva o esqueleto e os clipes do modelo de produção.
Malha
14.399 triângulos · Quad / Malha Smart (Smart Mesh), alvo de ~14–15 mil triângulos
Esqueleto
Auto Rig humanoide, esqueleto Mixamo de 65 ossos
Animações
saudação, concordar, parado, olhar ao redor, correr, dar tchau, andar
Voz
Matheus (Energetic) · eleven_v3
Cosme de todos os lados
Malha
14.399 triângulos · Quad / Malha Smart (Smart Mesh), alvo de ~14–15 mil triângulos
Esqueleto
Auto Rig humanoide, esqueleto Mixamo de 65 ossos
Animações
saudação, concordar, parado, olhar ao redor, correr, dar tchau, andar
Voz
Matheus (Energetic) · eleven_v3
O prompt usado no Tripo
Cosme, a teenage Afro-Brazilian boy from Bahia in 1887, standing in T-pose with arms straight out: simple cotton shirt, short trousers, barefoot, full body character.
4 falas
Ouça Cosme
Voz gerada no ElevenLabs v3, em português do Brasil. O texto de cada fala aparece embaixo do título.
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O que conversa
Cosme. Neto da Dona Zefa — moro com ela desde os sete, quando minha mãe morreu. Ela me criou, me ensinou a ler no almanaque e me botou pra capinar aos nove. As três coisas na mesma semana. O que ela não aguenta mais fazer, eu faço. É esse o arranjo, e não tem nada de triste nisso.
Cosme
Vó me contou que o chão passou pro seu nome. Ela tava tranquila, o que já é muita coisa. Então me manda. Roçado, machado, o que for de sol e lombo — eu tenho vinte e dois anos e dois braços. Só peço uma coisa: o que for pesado, chama a mim. Não chama ela. Ela vai dizer que faz, e vai fazer, e depois passa três dias sem levantar.
Cosme
Dois dedos de prosa · Cosme
Cosme. Neto da Dona Zefa — moro com ela desde os sete, quando minha mãe morreu.
Ela me criou, me ensinou a ler no almanaque e me botou pra capinar aos nove. As três coisas na mesma semana.
O que ela não aguenta mais fazer, eu faço. É esse o arranjo, e não tem nada de triste nisso.
Vó me contou que o chão passou pro seu nome. Ela tava tranquila, o que já é muita coisa.
Então me manda. Roçado, machado, o que for de sol e lombo — eu tenho vinte e dois anos e dois braços.
Só peço uma coisa: o que for pesado, chama a mim. Não chama ela. Ela vai dizer que faz, e vai fazer, e depois passa três dias sem levantar.
A cana dessa leira aí já tá de corte. Passa o facão que ela rebrota.
Terra daqui é boa. O que faltava era braço, e agora tem.
Eu ia atravessar aquela ponte todo sábado pra ver uma moça do outro lado.
Desde que caiu, não vi mais. Ela deve achar que eu desisti.
Se você levantar aquilo de novo, eu te devo mais que um favor.
Vó viu esse convite e mandou eu não ir. Disse na frente de todo mundo, sem baixar a voz.
Eu respondo o seguinte: se você for, eu vou junto. Ela que brigue com nós dois depois.
Ô, deixa eu te perguntar uma coisa. Você lê bem? Lê de verdade, tipo livro?
Eu leio no almanaque, mas é devagar e eu passo o dedo. Vó me ensinou o que ela sabia, que não era muito.
Se um dia você pegar um cordel desses e ler em voz alta, eu escuto. Não precisa ser hoje.
Eu penso em ir embora. Pronto, falei.
Não é por causa dela, entenda bem. É que eu tenho vinte e dois anos e a única coisa que já me aconteceu foi nascer aqui.
Mas ela não tem mais ninguém. Então eu fico, e tá tudo bem eu ficar — só que eu queria que fosse escolha, sabe? E não ser a única coisa possível.
Não repete isso pra ela. Eu falei porque você é de confiança.
Cria o Cosme desde os sete anos, quando a mãe dele morreu; moram na mesma casa. Ela lê as cartas dele e sabe do emprego em Salvador antes de ele contar.
Avó e neto · Dona Zefa
Cria o Cosme desde os sete anos, quando a mãe dele morreu; moram na mesma casa. Ela lê as cartas dele e sabe do emprego em Salvador antes de ele contar.
Arrumou-lhe lugar numa casa de secos e molhados em Salvador.
Primo · Primo em Salvador
Arrumou-lhe lugar numa casa de secos e molhados em Salvador.
Foi o tio quem lhe ensinou a capoeira; a avó chamou os dois de desocupados.
Sobrinho e tio · Tio
Foi o tio quem lhe ensinou a capoeira; a avó chamou os dois de desocupados.
Atravessava a ponte todo sábado para vê-la; desde que a ponte caiu, não a viu mais.
Namoro interrompido · Moça do outro lado
Atravessava a ponte todo sábado para vê-la; desde que a ponte caiu, não a viu mais.
Cosme e Damião: a festa do candomblé no jogo é o caruru de 27 de setembro, e “dois moradores têm esses nomes, e não é acaso”.
Nomes do calendário · Damião
Cosme e Damião: a festa do candomblé no jogo é o caruru de 27 de setembro, e “dois moradores têm esses nomes, e não é acaso”.