Moradores · Candomblé
Dona Rosa
marisqueira
- Idade
- Não declarada nos dados
- Onde encontrar
- Casa da marisqueira
Dona Rosa
Dona Rosa
marisqueira
Idade
Não declarada nos dados
Onde encontrar
Casa da marisqueira
Quem é
Marisqueira
A história de Dona Rosa
Marisqueira
Um dia de Dona Rosa
- madrugada
- Casa da marisqueira
- manhã
- Rio 2
- tarde
- Casa da marisqueira
- entardecer
- Casa da marisqueira
- noite
- Casa da marisqueira
Presentes
Gosta de Farinha de mandioca, Cocada e Chá de folha. Não gosta de Ostra.
Missões
- Farinha para o sururu · 1 passo
- A maré das cinco · 5 passos
Um dia de Dona Rosa
Presentes
Gosta de Farinha de mandioca, Cocada e Chá de folha. Não gosta de Ostra.
Missões
- Farinha para o sururu · 1 passo
- A maré das cinco · 5 passos
Marisqueira
Morador do arraial, com rotina e animações no vale.
O prompt usado no Tripo
A shellfish gatherer woman (marisqueira) from Bahia in 1887, Afro-Brazilian, colorful head wrap, simple white blouse, knee-length rolled-up patterned skirt, barefoot. Standing in a T-pose with arms straight out to the sides, full body character. Stylized hand-painted 3D game asset, 19th-century rural Bahia, Brazil (1887), warm colors, clean readable silhouette, soft even lighting, single isolated object, no ground plane, no background, no text.
Modelo do Tripo
Escolha uma animação embaixo da peça. A versão para o navegador preserva o esqueleto e os clipes do modelo de produção.
- Malha
- 10.741 triângulos · Malha Smart do Tripo
- Esqueleto
- Esqueleto humanoide e clipes do Tripo
- Animações
- saudação, sit, parado, concordar, olhar ao redor, chop, nadar, afraid, dar tchau, fold arms, correr, andar, dig
- Voz
- Ana Dias · eleven_v3
Dona Rosa de todos os lados
- Malha
- 10.741 triângulos · Malha Smart do Tripo
- Esqueleto
- Esqueleto humanoide e clipes do Tripo
- Animações
- saudação, sit, parado, concordar, olhar ao redor, chop, nadar, afraid, dar tchau, fold arms, correr, andar, dig
- Voz
- Ana Dias · eleven_v3
12 falas
Ouça Dona Rosa
O que conversa
Rosa, marisqueira. Pego ostra e sururu na maré baixa, na lama do mangue, de manhã cedo. Ostra eu tiro, não como. Quem tira sabe o que tem por baixo. Se quiser aprender, venha às cinco com um balde e sem sapato.
Dona Rosa
O mangue parece morto e é a coisa mais viva daqui: cada raiz é casa de alguma coisa. Minha mãe dizia que o mangue é a cozinha de Iemanjá. A gente entra com licença e sai com o que ela deixa.
Dona Rosa
Dois dedos de prosa · Dona Rosa
Rosa, marisqueira. Pego ostra e sururu na maré baixa, na lama do mangue, de manhã cedo.
Ostra eu tiro, não como. Quem tira sabe o que tem por baixo.
Se quiser aprender, venha às cinco com um balde e sem sapato.
O mangue parece morto e é a coisa mais viva daqui: cada raiz é casa de alguma coisa.
Minha mãe dizia que o mangue é a cozinha de Iemanjá. A gente entra com licença e sai com o que ela deixa.
Tive uma filha que foi pra Salvador servir em casa de família. Escreve de ano em ano. Diz que tá bem.
Toda carta eu peço pro padre ler duas vezes. Na segunda eu escuto o que ela não escreveu.
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