Pescador do arraial; guia do viajante no tutorial; protagonista dos capítulos 6 e 7 de Batalha de Mitos; tataravô do autor
Idade
Vinte e poucos anos (o prompt do Tripo pede cerca de 25)
Onde encontrar
Píer de manhã e de tarde, praça ao entardecer e casa na praia à noite; acompanha as missões que pedem condução.
Pedro
Pedro Nolasco da Encarnação
Pescador do arraial; guia do viajante no tutorial; protagonista dos capítulos 6 e 7 de Batalha de Mitos; tataravô do autor
Idade
Vinte e poucos anos (o prompt do Tripo pede cerca de 25)
Onde encontrar
Píer de manhã e de tarde, praça ao entardecer e casa na praia à noite; acompanha as missões que pedem condução.
Quem é
Pedro Nolasco da Encarnação é pescador de vinte e poucos anos em Bom Jesus dos Pobres — “é o que dá pra ser aqui”. Vai esperar o viajante no píer desde cedo, porque o padre leu a carta do cartório na missa de domingo e o arraial inteiro já sabe que o sobrinho do finado vinha. Ensina o que sabe, que “não é muito, mas dá pra viver”: plantar mandioca, rachar pedra, derrubar pau, pescar com a vara do pai, torrar farinha e fazer pirão. E vai junto: “onde você for, eu vou atrás. Não é como se eu tivesse coisa melhor pra fazer.”
Não sabe dos mitos. O que conhece de lenda são histórias soltas dos avós em noites chuvosas — a velha que troca com a gente à noite e cobra de dia —, e ele mesmo acha que é conversa para criança dormir. A família está nas ferramentas que empresta: a vara do pai, que também lhe deixou a cicatriz do caititu e um gibão de couro guardado; os machados do avô, que “cortam melhor por isso”; a picareta do tio; o mungunzá da mãe, que chega na panela de ferro quando o braço do viajante pesa. Os avós já decidiram ir ao convite da fazenda, e ele quer que o viajante vá também.
Nos capítulos 6 e 7 de Batalha de Mitos ele é o único dos seis homens que aceita entrar no quarto da velha misteriosa — pequeno, magro, aparentemente fraco, movido pelo olhar da jovem que o recebeu. Reconhece a Matinta Pereira das histórias dos avós, foge, e quando a fera revoa sente-se no dever de desfazer o mal que acordou: encontra na torre da capela o escudo e a lança de safiras, luta ao lado do espírito do senhor da fazenda e mata a coruja, que vira pedra. Deixa o escudo ao lado da estátua, e as mulheres partem livres para o quilombo. O Pedro de verdade é o tataravô do autor, Ramon Santana Santos, documentado na árvore da família — e o jogo é um presente para ele.
A história de Pedro
Pedro Nolasco da Encarnação é pescador de vinte e poucos anos em Bom Jesus dos Pobres — “é o que dá pra ser aqui”. Vai esperar o viajante no píer desde cedo, porque o padre leu a carta do cartório na missa de domingo e o arraial inteiro já sabe que o sobrinho do finado vinha. Ensina o que sabe, que “não é muito, mas dá pra viver”: plantar mandioca, rachar pedra, derrubar pau, pescar com a vara do pai, torrar farinha e fazer pirão. E vai junto: “onde você for, eu vou atrás. Não é como se eu tivesse coisa melhor pra fazer.”
Não sabe dos mitos. O que conhece de lenda são histórias soltas dos avós em noites chuvosas — a velha que troca com a gente à noite e cobra de dia —, e ele mesmo acha que é conversa para criança dormir. A família está nas ferramentas que empresta: a vara do pai, que também lhe deixou a cicatriz do caititu e um gibão de couro guardado; os machados do avô, que “cortam melhor por isso”; a picareta do tio; o mungunzá da mãe, que chega na panela de ferro quando o braço do viajante pesa. Os avós já decidiram ir ao convite da fazenda, e ele quer que o viajante vá também.
Nos capítulos 6 e 7 de Batalha de Mitos ele é o único dos seis homens que aceita entrar no quarto da velha misteriosa — pequeno, magro, aparentemente fraco, movido pelo olhar da jovem que o recebeu. Reconhece a Matinta Pereira das histórias dos avós, foge, e quando a fera revoa sente-se no dever de desfazer o mal que acordou: encontra na torre da capela o escudo e a lança de safiras, luta ao lado do espírito do senhor da fazenda e mata a coruja, que vira pedra. Deixa o escudo ao lado da estátua, e as mulheres partem livres para o quilombo. O Pedro de verdade é o tataravô do autor, Ramon Santana Santos, documentado na árvore da família — e o jogo é um presente para ele.
Um dia de Pedro
manhã
PierPiso
tarde
PierPiso
entardecer
Praça
noite
Casa do Pedro
madrugada
Casa do Pedro
Missões
As armas do mato · 3 passos
O mirante · 6 passos
A chapada do Seu Benedito · 2 passos
O convite · 4 passos
A fé do arraial · 5 passos
Chegada ao arraial · 16 passos
A lombada da lapa · 3 passos
O gibão do pai do Pedro · 1 passo
O ofício de quem fica · 2 passos
A ponte do rio grande · 7 passos
O quintal e o pomar · 5 passos
O revoar das asas negras · 7 passos
Um dia de Pedro
manhãPierPiso
tardePierPiso
entardecerPraça
noiteCasa do Pedro
madrugadaCasa do Pedro
Missões
As armas do mato· 3 passos
O mirante· 6 passos
A chapada do Seu Benedito· 2 passos
O convite· 4 passos
A fé do arraial· 5 passos
Chegada ao arraial· 16 passos
A lombada da lapa· 3 passos
O gibão do pai do Pedro· 1 passo
O ofício de quem fica· 2 passos
A ponte do rio grande· 7 passos
O quintal e o pomar· 5 passos
O revoar das asas negras· 7 passos
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Pedro · 14.400 triângulos
Pedro
O guia do vale: acompanha o jogador, entrega as missões iniciais e é o único morador que nada (clipe swim).
O prompt usado no Tripo
Pedro, a young Afro-Brazilian fisherman about 25 years old from Bahia in 1887, standing in T-pose with arms straight out: straw hat, open rough cotton shirt, rolled linen trousers, barefoot, friendly face, full body character.
Modelo do Tripo
Escolha uma animação embaixo da peça. A versão para o navegador preserva o esqueleto e os clipes do modelo de produção.
Malha
14.400 triângulos · Quad / Malha Smart (Smart Mesh), alvo de ~14–15 mil triângulos
Esqueleto
Auto Rig humanoide, esqueleto Mixamo de 65 ossos
Animações
parado, saudação, correr, concordar, nadar, olhar ao redor, andar, dar tchau
Voz
Weverton - Youthful, Energetic and Clear · eleven_v3
Pedro de todos os lados
Malha
14.400 triângulos · Quad / Malha Smart (Smart Mesh), alvo de ~14–15 mil triângulos
Esqueleto
Auto Rig humanoide, esqueleto Mixamo de 65 ossos
Animações
parado, saudação, correr, concordar, nadar, olhar ao redor, andar, dar tchau
Voz
Weverton - Youthful, Energetic and Clear · eleven_v3
O prompt usado no Tripo
Pedro, a young Afro-Brazilian fisherman about 25 years old from Bahia in 1887, standing in T-pose with arms straight out: straw hat, open rough cotton shirt, rolled linen trousers, barefoot, friendly face, full body character.
102 falas
Ouça Pedro
Voz gerada no ElevenLabs v3, em português do Brasil. O texto de cada fala aparece embaixo do título.
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O que conversa
Já pescou hoje? Rio farto é rio madrugador. Minha avó diz que o que troca com a gente à noite, cobra de dia. Eu acho que é conversa pra criança dormir. A mata muda com a estação. O que é caminho no verão, some no inverno.
Pedro
Dois dedos de prosa · Pedro
Já pescou hoje? Rio farto é rio madrugador.
Minha avó diz que o que troca com a gente à noite, cobra de dia. Eu acho que é conversa pra criança dormir.
A mata muda com a estação. O que é caminho no verão, some no inverno.
Aquele convite da fazenda ainda está de pé. Um dia a gente vai.
Estranho é ninguém saber quem mora naquela fazenda. Terra grande daquele jeito, e ninguém nunca viu o dono.
Se for derrubar mais pau, lembre: machado pra árvore, picareta pra pedra. E só no que é seu — pau de terreno alheio tem dono.
As terras do nascente vêm uma atrás da outra. Primeiro a da Zefa, que encosta na sua; depois a chapada do Benedito.
Quem compra terra aqui herda o vizinho junto. Ninguém sai da casa onde nasceu só porque o papel mudou de nome.
Meus avós perguntaram de você. Disseram que gente da capital não aguenta uma semana. Eu apostei que aguenta.
Os avós contam as histórias da Matinta Pereira em noites chuvosas e vão ao convite da fazenda; apostaram que gente da capital não aguenta uma semana — Pedro apostou que aguenta.
Neto · Avós
Os avós contam as histórias da Matinta Pereira em noites chuvosas e vão ao convite da fazenda; apostaram que gente da capital não aguenta uma semana — Pedro apostou que aguenta.
A vara de pescar era do pai; dele vêm a cicatriz do caititu e o gibão de couro guardado para quando Pedro tivesse idade de entrar na mata sozinho.
Filho · Pai
A vara de pescar era do pai; dele vêm a cicatriz do caititu e o gibão de couro guardado para quando Pedro tivesse idade de entrar na mata sozinho.
Os machados são do avô (“cortam melhor por isso”), a picareta era do tio, e a mãe manda o mungunzá na panela de ferro.
Avô, tio e mãe · Família
Os machados são do avô (“cortam melhor por isso”), a picareta era do tio, e a mãe manda o mungunzá na panela de ferro.
Espera o viajante no píer, ensina o ciclo inteiro — plantar, regar, colher, torrar, comer — e vai atrás dele onde ele for.
Guia e aprendiz · Viajante (você)
Espera o viajante no píer, ensina o ciclo inteiro — plantar, regar, colher, torrar, comer — e vai atrás dele onde ele for.